Alguns especialistas e representantes do governo já vêm analisando formas para concretizar a venda dos Correios. Entre os modelos previstos, há três principais. Confira:
Venda em blocos regionais
A ideia seria dividir o país em regiões e fazer licitações em separado. Esse modelo é utilizado em concessões de aeroportos e nas privatizações de empresas de saneamento. O objetivo, neste caso, seria garantir a universalização, já que cada região reuniria não só os municípios rentáveis quanto aos serviços postais, como também aqueles que não garantem lucratividade. Os mais rentáveis, portanto, financiariam o atendimento nas localidades não lucrativas. Informalmente, esse modelo é conhecido como “filé com osso”.
Sociedade de economia mista
O governo não descarta a possibilidade de abrir o capital dos Correios, com oferta de ações na bolsa. A ideia é seguir os passos do que foi feito no caso dos serviços postais da Alemanha. O Deutsche Bundespost foi dividido em 3 estatais inicialmente – uma de serviços postais, outra de serviços financeiros e uma de telecomunicações. Todas foram transformadas em sociedade de economia mista em 1995, controladas pelo governo. No ano 2000, foram ofertadas ações na bolsa de valores e o governo foi se desfazendo das que possuía. Atualmente, ele mantém somente uma participação minoritária no Deutsche Post DHL.
Desverticalização de serviços
Esse seria o cenário menos provável. A ideia seria segregar cada serviço dos Correios e passar cada um deles para a iniciativa privada, por meio de concessão. Há um grande risco das áreas menos rentáveis não se manterem e comprometerem a universalização.
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