Uma das maiores marcas do e-commerce mundial, a Amazon, passou há poucos meses por um período de greves e manifestações de seus colaboradores nos EUA e unidades da Europa. Os empregados exigiam melhores condições de trabalho, incluindo a exigência de equipamentos adequados de prevenção ao coronavírus. Outras reivindicações levavam em conta práticas trabalhistas abusivas, como empregados não serem liberados nem para ir ao banheiro.
Estamos falando de uma gigante do setor de vendas na Internet e também de logística. A Amazon começou como loja vendas na web de produtos diversos e foi investindo no controle das entregas de suas próprias encomendas. A empresa é hoje também uma das marcas globais mais valiosas, competindo com gigantes como Apple, Microsoft e Google.
A greve na Amazon é peculiar, se compararmos com o caso dos Correios brasileiros. Por aqui, a greve dos empregados da estatal já passou de um mês, incluindo na pauta temas semelhantes aos reivindicados pelos entregadores da Amazon, como a manutenção de um ambiente de trabalho saudável (principalmente quanto a medidas preventivas contra o coronavírus) e também a garantia de salários justos e não eliminação de benefícios e direitos trabalhistas. Afinal, nossos colegas não pararam em nenhum momento da pandemia.
Se aqui no Brasil a greve dos Correios muitas vezes é vista como uma articulação de ‘parasitas’ e ‘marajás’, seguida em vários casos da frase ‘privatiza que melhora’, esse bordão também valeria para a Amazon?
Para saber mais
- Funcionários da Amazon fazem protestos e greves em vários países – https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/07/15/funcionarios-da-amazon-fazem-protestos-e-greves-em-varios-paises.ghtml
- Sem equipamentos de proteção pessoal, funcionários da Amazon continuam em greve – https://www.brasildefato.com.br/2020/04/21/sem-equipamentos-de-protecao-pessoal-funcionarios-da-amazon-continuam-em-greve
- Coronavírus: trabalhadores da Amazon e entregadores fazem greve nos EUA – https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/coronavirus-trabalhadores-entregadores-amazon-greve-eua/
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