Nada está garantido com relação à proposta de estabilidade para os empregados dos Correios, quando a empresa for privatizada. O relator do PL 591, deputado federal Gil Cutrim, prometeu incluir cláusula com a previsão de 18 meses de estabilidade para os colaboradores dos Correios. Mesmo assim, não há certeza de que o dispositivo se sustente.
No recente caso de privatização da Eletrobras, por exemplo, nada ficou garantido nesse sentido. Uma cláusula proposta com o mesmo objetivo recebeu veto do Presidente da República.
