Desde a sexta-feira (11/10), até ontem (17/10), a principal capital do País, São Paulo, contava com milhares de habitante sem acesso a energia elétrica. Por inoperância da Enel, empresa responsável por fornecer o recurso na cidade, que usufrui de concessão de serviço público para tal, grande parte de São Paulo ficou quase uma semana às escuras. Não somente pessoas, como também empresas, comércios, drogarias, hospitais, clínicas foram afetados com o problema. Os prejuízos gerados são enormes e não se limitam à contagem de cifras, pois aconteceram casos de moradores com problemas de saúde que, por precisarem de tratamento especial, dependiam de certos aparelhos médico-hospitalares estarem funcionando.
Todo esse contexto coloca novamente uma discussão em pauta que diz respeito à ideia de o Estado só precisar interferir nas áreas de educação, segurança e saúde. Essa é uma visão liberal com relação à organização da Administração Pública, mas quando acontece esse tipo de problema, há de se pensar que é importante o governo ter controle não somente dessas esferas. Em certos países, a produção e a distribuição de energia elétrica são consideradas de atuação estratégica. O mesmo vale para o mercado de logística.
Se pensarmos que ter a possibilidade de distribuir produtos e serviços em qualquer ponto de um território nacional é uma forma de integração, a logística é fundamental para atingir todas as localidades de um país. Os Correios são atualmente o agente nacional brasileiro que consegue fazer essa integração. Por isso, tem uma atividade estratégica. Em várias nações ditas desenvolvidas, o serviço postal é inteiramente controlado pelo governo. O motivo é exatamente o fato de as empresas públicas envolvidas atuarem como operadores de integração nacional.
Como exemplo nesse sentido, podemos citar países como o Canadá e a Rússia. Em comum com o Brasil, eles possuem um território muito amplo e empresas de serviço postal que conseguem chegar a todas as localidades existentes nele. Temos certeza de que o papel desempenhado pelos Correios no nosso país, que vai além da atuação no mercado concorrencial do segmento postal, é crucial para garantir que as cidades de todo o território brasileiro possam se intercomunicar e integrar os seus mercados aos principais polos econômicos.
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