Dificuldades do governo nas privatizações

Dificuldades do governo nas privatizações

O governo federal assumiu o poder afirmando que os Correios seriam rapidamente privatizados. Após um pouco mais de um ano, o discurso mudou. A venda da estatal não é vista mais como um processo simples de ser resolvido. Há pouco tempo, o Ministério da Economia, que capitaneia as privatizações, chegou a indicar um cronograma para a venda de diversas empresas federais, entre elas os Correios. Mera especulação…

 

Dado o tamanho de nossa empresa e a inserção que os Correios possuem na vida da população brasileira, qualquer iniciativa de privatização é complexa. Já mostramos aqui por diversas vezes o tanto que os Correios não são somente uma empresa, mas um player no mercado brasileiro que contribui para o fomento de economias locais e presta serviços públicos fundamentais para os brasileiros dos 5.570 municípios do País. Em algumas localidades, os Correios são a única representação do governo federal.

 

Além da presença na vida das pessoas e na economia das cidades e regiões brasileiras, os Correios vêm se reinventando como apoio aos governos nos três níveis: municipal, estadual e federal. O Balcão do Cidadão mostra bem esse aspecto, colocando nossa empresa como parceira na prestação de serviços de diversos entes públicos. Os governos de Goiás e de Minas Gerais já estão firmando contratos para conseguirem chegar, por meio da capilaridade dos Correios, a localidades em seus territórios que exigiriam um custo maior para se mostrarem presentes, se não lançassem mão da parceria com nossa empresa.

 

Um aspecto importante de se observar nesse cenário é que, diante da lista de empresas que o governo federal tem intenção de vender, logo nas primeiras já está encontrando obstáculos. A Casa da Moeda está entre elas. Em um ranking de empresas similares de diferentes países, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, ela encontra-se em penúltimo lugar. Mesmo assim, na audiência pública realizada no Congresso para discutir a privatização da Casa da Moeda, o governo federal já encontrou resistência. O ex-diretor técnico da estatal, Carlos Roberto de Oliveira, mostrou que a empresa não é uma simples gráfica. É um complexo industrial com função histórica, responsável por produzir o dinheiro que circula em nosso País, uma tarefa que por si só já exige extremo requinte em questão de segurança. Além disso, a Casa da Moeda produz selos para a Receita Federal e passaportes para a Polícia Federal.

 

Agora, imagine os Correios, com toda a infraestrutura que possui e inserção na vida nacional. Como já mostramos aqui, nossa empresa, além dos empregos diretos que gera, tem uma enorme rede que depende dela.

 

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