Correios de Portugal – agências são reabertas

Correios de Portugal – agências são reabertas

Um dos reflexos negativos da privatização dos CTT, em Portugal, foi o fechamento de agências. Certas localidades perderam o acesso a serviços de correio e outros ofertados pelos CTT naquele país. No momento, o governo português já pensa em reestatizar a empresa. Com isso, vem promovendo ações de fortalecimento dos CTT e de garantia de sua capilaridade.

 

A realidade dos Correios no Brasil não muito é diferente da empresa portuguesa. Diante do cenário traçado para a privatização da estatal nacional, há também a previsão de fechamento de agências, prejudicando populações principalmente de cidades menores. Possivelmente, elas terão que se dirigir a agências localizadas em municípios vizinhos, mais distantes dos moradores, portanto. O acesso aos serviços oferecidos pelos Correios, que atualmente não são somente os postais, seria igualmente prejudicado.

 

O governo português tem revisto, de alguns meses para cá, o fechamento de agências dos CTT. Já se decidiu pela reabertura de cinco unidades. Nas palavras do presidente da Comissão Executiva dos CTT, João Bento, a prioridade da empresa no momento é a aproximação com relação aos clientes, “e os nossos clientes são o povo português”.

 

Redondo, cidade com cerca de 6,7 mil habitantes da região do Alentejo, foi um dos lugares onde houve a reabertura da agência dos CTT. O presidente da Câmara Municipal, António Recto, destacou que a volta do funcionamento da unidade foi muito importante. “É a reposição de uma incorreção, porque privou as populações do interior de um conjunto de serviços”, afirmou.

 

O morador de Redondo, José Luís, é enfático com relação à volta do atendimento dos CTT na cidade: “Os correios não deviam ter fechado, pois nós, os mais velhos, recebíamos aqui a pensão”. Com o fechamento da unidade, ele passou a receber o benefício em um correspondente credenciado pelos correios portugueses, mas na opinião de José Luís o serviço piorou. “Lá embaixo, onde se vendiam revistas, jornais e loterias, tínhamos de esperar muito tempo”, argumenta.

 

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