Mais três cidades mineiras, mesmo com a suspensão do processo de privatização dos Correios pelo governo federal, votaram favoravelmente moções por meio de suas Câmaras Municipais em repúdio à privatização da empresa pública. Argirita, Campestre (ambas da Zona da Mata) e Guaranésia (Sul de Minas) aprovaram iniciativas nesse sentido, as duas primeiras no dia 3/4 e a última no dia 28/3. As aprovações foram uma forma de lembrar que a empresa pública tem importância fundamental para a economia nacional, o que inclui, além dos grandes centros urbanos, cidades de médio e pequeno porte.
Segundo o último Censo, Argirita possui cerca de 2,7 mil habitantes; Campestre, 21 mil; e Guaranésia, 19 mil. Na primeira cidade, o autor da moção foi o vereador Reginaldo Almeida (Patriota); em Campestre, o parlamentar Marco Aurélio Viana Leite (Mais Brasil); e em Guaranésia, Edilson Jorge Pedreiro (PT). Nas três localidades, a aceitação das propostas foi unânime.
Ao longo dos últimos cerca de três anos, diversas entidades representativas dos empregados da estatal, como a ADCAP Minas, vêm apoiando iniciativas nesse sentido. Afinal, todas creem que a privatização dos Correios traz benefícios somente a grupos específicos, como empresas que querem apenas atuar nos grandes centros urbanos que são mais lucrativos, principalmente para o mercado de encomendas.
Presente nos 5.570 municípios brasileiros, os Correios são o maior operador logístico nacional e parceiros de inúmeros empreendedores que usam os serviços da empresa pública para a entrega dos itens que comercializam. Afinal, por cobrir todo o território brasileiro, os Correios garantem a integração de diversas regiões do País aos polos econômicos nacionais.
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