Para encarar o cenário do novo coronavírus, os governos em cada canto do mundo têm adotado ações de bastante interferência do Estado na vida das populações. Com destaque para os EUA e a Europa. As medidas de restrição de deslocamentos e aportes financeiros para ajuda de empresas e trabalhadores vão nesse sentido. Na Europa, fala-se de um novo Plano Marshall (este foi o pacote de medidas financeiras feito pelos EUA para ajudar a Europa a se reconstruir depois da II Guerra Mundial). Já no território norte-americano, o presidente Trump chegou a decretar que empresas privadas podem produzir de acordo com necessidades indicadas pelo governo, medida só adotada em tempos de guerra.
A movimentação provocada pela pandemia do novo coronavírus levou especificamente duas nações, com sistema econômico de viés bastante liberal, a repensarem o papel do Estado na vida das pessoas: EUA e Inglaterra. O primeiro país é a maior economia capitalista do globo. O segundo, a nação que criou o liberalismo. Independentemente da história e posicionamentos políticos de ambos, a ordem agora é observar o que a população precisa para enfrentar a pandemia. Não é questão de se pensar em ideologia X ou Y. É agir para que não haja graves consequências na vida das pessoas, sejam de ordem sanitária ou econômica. Sem levar isso em consideração, todos serão prejudicados!
