Os Correios podem ganhar uma grande oportunidade para se renovarem em termos tecnológicos, estruturais e de recursos humanos. Além do concurso público que está em andamento, com previsão do início das contratações já em dezembro deste ano, nesta semana o governo federal anunciou que quer destinar mais de R$ 300 milhões a três estatais. A maior parte dos recursos iria para os Correios e o restante para a Petrobras International Braspetro e a Petrobras Biocombustível.
A iniciativa faz parte de um projeto de lei que ainda precisa ser analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional – PLN 16/24. Mesmo ainda em tramitação, é uma ação que mostra o empenho do governo em garantir a sustentabilidade dos Correios. Há pouco mais de dois anos, a empresa pública passava por uma situação inversa, a de ser preparada para a venda.
É certo que a empresa pública atualmente é vista pelo governo de uma maneira totalmente diferente do que o cenário em que estava há pouco tempo. Houve uma mudança radical na visão política sobre a importância dos serviços dos Correios. A empresa inclusive foi retirada do Plano Nacional de Desestatização, uma sinalização de que é mais valiosa como empresa pública do que privada. Mesmo assim, a cobrança pela prestação de serviços com qualidade e de manter-se independente do governo ainda existe.
Os Correios sempre são vistos como uma empresa que deve dar lucro, mesmo atuando em muitos casos como um órgão de prestação de serviços públicos. Essas são duas visões bem diferentes… No segundo caso, que inclui as entidades como autarquias e fundações, não há a exigência de geração de lucro em função das atividades exercidas por elas. Os Correios são enquadrados como atuantes do mercado concorrencial e, neste caso, precisam se manter sem solicitar recursos financeiros ao governo.
Portanto, diante de tantos desafios já enfrentados pelos Correios, este será mais um: o de mostrar que o investimento recebido pode ser pago pelo trabalho e os serviços que prestam à população brasileira. Na maior parte da existência dos Correios, isso sempre aconteceu. Na história da empresa há alguns anos em que a estatal deu prejuízo. A maior parte dela é de resultados positivos. Que possamos continuar assim, o que só será possível com a dedicação de todos!
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