Nesta semana, a BBC News Brasil publicou um artigo sobre a privatização dos correios nos EUA. A autora, Camila Veras Mota, lembrou que o país do Norte do continente americano é um dos menos afeitos, entre todas as nações do mundo, à interferência do Estado na economia. Mesmo assim, o governo americano não obteve sucesso na venda total da sua empresa de correios. Somente o segmento de encomendas foi vendido e hoje é explorado pelo setor privado. Na verdade, os EUA reconheceram que a universalidade dos serviços postais não pode ser garantida só pelas empresas que se movem pelo lucro.
Os números sobre a USPS, a empresa de correios norte-americana, também são lembrados no artigo. A quantidade de empregados, por exemplo, é quase cinco vezes maior do que a estatal brasileira. A USPS tem cerca de 495 mil colaboradores. Já os Correios possuem em torno de 100 mil empregados. Isso nos leva a pensar sobre as críticas que nossa empresa costuma receber de que é ‘inchada’. Essa similaridade é explicada pelas dimensões territoriais dos dois países, sendo que os EUA possuem área territorial cinco vezes maior do que o Brasil.
Outra similaridade com relação à realidade dos dois correios é o fato de que vários negócios no interior dos EUA dependerem da distribuição do serviço postal governamental. Aqui no Brasil, essa situação pode ser encontrada em várias localidades, de Norte a Sul do País.
Para saber em detalhes toda essa história, leia aqui o artigo. No contexto atual pelo qual passa a estatal brasileira, é um bom comparativo para reflexões sobre o futuro do nosso Correios.
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