Privatizações em Portugal e na Inglaterra não deram certo

No momento, você está visualizando Privatizações em Portugal e na Inglaterra não deram certo

Há cerca de seis anos, o governo português resolveu privatizar o serviço de correio no país. A iniciativa não deu certo, tanto é que atualmente há uma discussão sobre reestatização da empresa. Esse mesmo problema tem acontecido na Inglaterra. O país que é símbolo do liberalismo econômico colocou também em pauta a reestatização de serviços que eram públicos e foram privatizados.

 

No caso do correio inglês, nem a dama de ferro, Margaret Thatcher, quis mexer no Royal Mail quando estava no auge do seu governo na década de 80. A privatização do serviço só veio em 2013, por iniciativa do governo do primeiro-ministro David Cameron. Com a conclusão do processo dois anos depois, o que se verificou foi a piora dos serviços, com muitas reclamações de taxas caras e atrasos nas entregas.

 

Em Portugal, depois da venda dos CTT, o preço das correspondências subiu 47%. Sem falar nas diversas agências fechadas, dificultando o acesso da população ao serviço. Uma pesquisa feita por um centro de estudos em democracia e sustentabilidade da Holanda no ano passado, o TNI (Transnational Institute), mostrou que desde 2000 vários países vêm revendo processos de privatização. Os principais são aqueles considerados como símbolos do capitalismo, entre eles, Alemanha, Holanda, França e EUA.

 

E lembre-se! É importante acompanhar as publicações da campanha Todos Pelos Correios, disponíveis no site www.todospeloscorreios.com.br e nos perfis de redes sociais – FacebookInstagram e Twitter. Cadastre-se também no Whatsapp (61) 99448-7766. Curta e compartilhe com todos os conteúdos.

 

#TODOSPELOSCORREIOS!

Deixe um comentário