90 cidades de MG já disseram não à privatização dos Correios

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Pedralva foi a última cidade de minas a se manifestar contra a privatização dos Correios

Na semana passada, a cidade de Pedralva, no Sul de Minas, foi a 90ª cidade do Estado a se manifestar contra a venda dos Correios. A iniciativa aconteceu por meio da Câmara Municipal, sendo resultado da votação favorável a uma moção apresentada pelo presidente da Casa Legislativa. Assim como em Pedralva, outros 89 municípios de MG também já se posicionaram em defesa da empresa pública. Todos eles, por meio de suas Câmaras Municipais, apresentaram moções de repúdio à venda dos Correios.

 

Esse movimento que já reúne mais de 10% das cidades de Minas Gerais começou no ano passado. Em junho, com as sinalizações realizadas pelo governo federal no sentido de privatizar os Correios, municípios em todo o País começaram e mostrar que eram contra a venda da empresa. A iniciativa tem o apoio da Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP).

 

Olhando de perto a lista de cidades que aderiram à ação, elas estão em todas as regiões do Brasil e são de todos os portes. Em Minas, podemos destacar: Belo Horizonte, Barbacena, Betim, Cataguases, Contagem, Governador Valadares, Ipatinga, Janaúba, Juiz de Fora, Lavras, Mariana, Montes Claros, Ouro Preto, Poços de Caldas, Sete Lagoas, Tiradentes, Varginha, Viçosa, para ficar em algumas delas.

 

A relação completa dos municípios mineiros que já votaram as moções favoravelmente pode ser conferida aqui. Depois de votadas, as moções são enviadas aos representantes do governo federal e do Congresso Nacional.

 

Outro aspecto que chama à atenção nas proposições é que elas foram feitas por vereadores de todas as linhas ideológicas. Não é uma iniciativa que tenha um partidarismo definido. Na defesa da empresa pública, há representantes de todos os partidos, sem distinção.

 

É importante destacar que recentemente os Correios foram considerados pelo governo federal como prestadores de serviços públicos essenciais. Além de transportar itens de saúde (como medicamentos) e material biológico para pesquisas relacionadas ao diagnóstico e desenvolvimento de vacina contra o coronavírus, os Correios também continuam atuantes, entregando produtos nas várias cidades do País. A empresa pública, dessa forma, mostra-se como um importante agente de integração das economias das diversas localidades do Brasil.

 

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